segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Teófilo Juárez, um ex-tigre com passagem pelo SPFC


No final do ano passado, o Tricolor triunfou na Copa Sul-Americana sobre o Tigre da Argentina em uma final bastante polêmico, questão essa que não venho discutir aqui, consultando a página no facebook do time argentino, encontrei uma matéria bastante interessante sobre um jogador que teve passagens tanto pelo Tigre, quanto pelo São Paulo. Uma tentativa de interpretação da matéria original em espanhol que eu fiz:
O ex-zagueiro do Club Atlético Tigre nasceu na cidade-capital homônima da província argentina de Santiago del Estero em 9 de fevereiro de 1910 e teve passagens por vários clubes de sua província natal. Em 1930, iniciou sua carreira profissional com a camisa do Rosário Central, jogando 10 partidas como meio-campista. Em 1932, passou pelo Chacarita Junior, onde estreou na Primeira Divisão argentina, depois de duas temporadas com a equipe foi comprado pelo River Plate, por onde ficou por mais duas temporadas seguidas, alternando a titularidade com Alberto Cuello (jogador que teve passagens pela seleção argentina) na defesa. Terminou sua experiência no River, passando para o Tigre como parte de um passe milionário do jogador Bernabé Ferreyra. No Tigre, se converteu em um dos jogadores com melhor rendimento, saindo em 1939 para o Racing Club, onde disputou 20 partidas da Primeira Divisão. Já no ano seguinte, 1940, vai para o São Paulo, onde junto com seu compatriota Juan Castagno, converteram-se nos primeiros argentinos a vestirem as cores da instituição paulista. Ali teve sua última experiência como jogador, já que encerrou sua carreiro no Brasil em 1940. A revista El Gráfico o destacou como um dos melhores defensores do campeonato argentino de 1938.



Teófilo Juárez na tradicional revista argentina de futebol, "el Gráfico"
Fernando Viale
www.catigre.com.ar



domingo, 6 de janeiro de 2013

Há 41 anos atrás, o São Paulo participou pela primeira vez da Libertadores

O Tricolor Paulista disputou a Taça Libertadores pela primeira vez em 1972, obtendo a vaga no torneio como vice-campeão brasileiro de 1971. A equipe que continha grandes jogadores como o zagueiro Arlindo, o goleiro Sérgio, os uruguaios Pedro Rocha e Forlán, o meia Gérsone aquele que seria um dos artilheiros do torneio, o centroavante Toninho Guerreiro; não deixaram a desejar e fizeram boa campanha, ficando na 4° colocação na classificação final. O time era liderado por um ex-jogador do SPFC nos anos 50, Alfredo Ramos, que acabou por voltar ao clube como treinador.
O Tricolor Paulista eliminou na Primeira Fase o campeão brasileiro Atlético Mineiro ( primeiro adversário do São Paulo em Libertadores e que acabou como lanterna do grupo) e as equipes paraguaias do Olímpia e Cerro Porteño. Nas semifinais, o tricolor fica em segundo lugar no seu grupo triangular (Barcelona de Guayaquil do Equador era outro clube presente no grupo) a um ponto atrás do Independiente da Argentina, caindo diante do mesmo por um placar de 2x0 após ter vencido o primeiro jogo contra os argentinos no Morumbi por 1x0, o Independiente acabaria por conquistar o título daquele ano derrotando o Universitario de Peru. Os argentinos fizeram grande campanha, sendo o São Paulo a única equipe que os venceu durante o torneio. Ironicamente, viriam a se encontrar na final de 1974, quando o São Paulo disputou a sua segunda Libertadores (veja que belas campanhas do tricolor nas primeiras participações).

Após 2 anos, o Tricolor retorna à Libertadores!

Como primeiro post, vamos a um dos marcos desse novo ano no futebol: a volta do São Paulo à Libertadores da América. O Tricolor do Morumbi é a equipe brasileira mais tradicional na competição continental, sendo a que mais disputou o torneio, a que mais chegou em finais (totalizando seis) e a maior campeã (ao lado do Santos) com três títulos.
A última participação do maior do Brasil foi em 2010, onde fracassou pela segunda vez contra o Internacional, dessa vez nas semifinais. Com um bom elenco, a torcida pode acreditar em uma boa campanha da equipe...